Chef’s Table, branding gastronômico do Netflix.

Sucesso arrebatador do Netflix, o Chef’s Table tem ganhado cada vez mais força e já se tornou uma grande aposta. Por enquanto tem 1 temporada com 6 episódios. Em cada um deles, conta a história de um chef renomado que usa a cozinha de forma diferente e trata a culinária como arte. A frente do episódio:
  1. Massimo Bottura (Osteria Francescana em Modena, Itália)
  2. Dan Barber (Blue Hill Restaurant em Stone Barns e New York City, USA)
  3. Francis Mallmann (El Restaurante Patagonia Sur em Buenos Aires, Argentina)
  4. Niki Nakayama (N/Naka Restaurant em Los Angeles, Califórnia, USA)
  5. Ben Shewry (Attica Restaurant em Melbourne, Australia)
  6. Magnus Nilsson (Fäviken em Järpen, Suécia)
O chef Ben Barner do restaurante Blue Hill em Nova Iorque possui uma fazenda chamada Stone Bars onde produz parte dos alimentos que vai para os restaurantes, inclusive existe um dentro fazenda! Por conta disso, ele monta o cardápio com alimentos da temporada para diminuir o uso de alimentos industrializados e repensar o modo em que comemos. Quando temos todos os alimentos disponíveis em qualquer época do ano, esquecemos da época de cada alimento e, consequentemente, isso afeta na qualidade da produção. É um assunto que além de ser pensado por muitos restaurantes de alta qualidade, está em pauta atualmente pela onda atual de alimentação saudável.

Outra parte interessante é ver os bastidores da cozinha e como cada chef conseguiu o reconhecimento que tem hoje. Cada chef tem uma história que vale a pena ser contada e é isso que essa série aproveita.

A fotografia da série é uma obra de arte. Desde as entrevistas, até a montagem dos pratos. É possível ver o cuidado da produção de cada cena e da sua edição. 

Aproveite e comece a planejar as viagens para visitar cada um desses restaurantes. 
É um mergulho em experiências, detalhes e histórias, tudo que mais amamos.

Food-se: fome de detalhes

  Food-se: Marcas Gastronômicas

                                                                    #fomededetalhes

Você é Chef? tem um restaurante? ou está pensando em abrir o seu? Ah é amante da boa gastronomia? ou só curioso do universo gastronômico… seja qual for, se você é food, então esse é o seu canal. Por aqui eu vou te contar tudo que acontece no cenário das marcas gastronômicas, além disso vou trazer muito conteúdo dedicado ao estratégico, o que fazemos e o que é feito lá fora.

Um tour pelo nosso canal…

Baba Baby – o que de melhor acontece no cenário da gastronomia.
Sabor pelo Mundo – dicas de restaurantes irreverentes ao redor do mundo.
2 Cafés – entrevistas exclusivas com grandes nomes do empreendedorismo gastronômico.

Bon appétit! 
Vanessa  e time Food-se

Marca Oreo lança churros

A marca Oreo vai levar para os mercados o churros de Oreo! Também serão lançados o Oreo de coco queimado e com recheio de brownie seguindo a estratégia portfólio de sabores como cerveja, banana split, veludo vermelho e muitos outros. As edições especiais da marca são comuns nos EUA.
A J&J Snack Foods, responsável pela marca Oreo, vai lançar nos EUA uma nova sobremesa: churros de bolacha Oreo.
Em novembro de 2014, já havia uma versão dos churros da Oreo. Só que eram apenas “massa”. Junto com eles, era preciso comprar o pote individual de creme.
Dessa vez, os churros já serão recheados com creme e ainda terão um açúcar para passa por cima depois de assados.
A empresa lançou duas versões. Uma menor, no estilo “petisco”, e outra com 25 centímetros. Ambas recheadas com creme Oreo.
Por enquanto, só é possível encontrá-lo nos EUA. Ainda não se sabe quando a novidade chegará por aqui.
Disposta a dominar o segmentos de sobremesas, a Oreo também lançou uma bolo de sorvete e novos sabores para os biscoitos: coco queimado e chocolate brownie.
http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/marca-lanca-o-oreo-churros

Vida de cão no T.T. não

A marca Reserva TT Burger é adepta ao conceito “petfriendly”, o comedouro é batizado de “Vida de cão no TT não” o deck permite que a cachorrada entre junto com seus donos e em breve terão muitas outras novidades.
Atenção porque esse vídeo tem cenas explicitas de fofura.

Dá só uma olhada na clientela canina:
 

Como crescer 28% enquanto o concorrente cai 2%

Imagine um fast food que:

– Não é rápido: a espera é de pelo menos 15 minutos;
– Não é barato: custa 15% mais que a concorrência;
– Não tem variedade: o menu traz apenas 5 itens;
– Não faz ofertas nem anuncia na TV;
– Não tem sobremesa ou mesmo cafezinho.

Ninguém apostaria no sucesso de um lugar assim. Mas a rede de comida mexicana Chipotle confiou no próprio taco. E se deu bem: é o maior fenômeno atual da indústria de restaurantes dos Estados Unidos.

A explicação se resume a uma palavra: Millennials.

Nascidos a partir de 1980, eles são comprovadamente mais conscientes, preocupados com o meio ambiente, questões sociais e, principalmente, com o que estão ingerindo.

Nenhuma marca soube entender – e atender – melhor este público do que o Chipotle. Cada “não”acima é baseado em uma inquietação da nova geração:

Não é rápido: os ingredientes são frescos e preparados na hora. Todas as 1783 lojas não possuem freezer ou microondas.

Não é barato: a carne vem de produtores que criam os animais de forma natural, sem antibióticos ou hormônios de crescimento.

Não tem variedade: os itens são adquiridos localmente, de fazendas que não usam agrotóxico ou agridem o meio ambiente.

Não tem sobremesa e café: a rede prefere se concentrar em poucos produtos e entregá-los com muita qualidade.

Pesquisas mostram que os Millennials são ambiciosos, querem lançar movimentos, influenciar pessoas e mudar culturas. Se uma marca conseguir mobilizá-los, é certeza de propaganda garantida e gratuita.

Chipotle tem uma legião de seguidores, digitais e reais, que cuidam de repercutir suas ações e fortalecer sua imagem. Quer um exemplo? Em janeiro, a empresa comunicou que 30% de suas lojas não mais ofereceria Tortilla de porco. Porque flagraram um fornecedor maltratando os bichos, e romperam imediatamente o contrato.

O que normalmente geraria reclamações – a falta de um produto – gerou milhões em mídia espontânea. Uma avalanche de manifestações de apoio e admiração invadiu as redes sociais.


Graças a essa forma inovadora de atuar, Chipotle cresceu 28% em 2013 e 2014, num segmento que enfrenta crescente rejeição. O McDonald’s, por exemplo, no mesmo período encolheu 2%.

Chipotle é um claro exemplo de oportunidade disfarçada nas mudanças.

E por falar em mudança, sabe qual a principal diferença entre o marketing do Século XX e do XXI? Antes, bastava oferecer sabor, porções generosas e publicidade poderosa. Atualmente, tão importante quanto o que você faz, é o que deixa de fazer. Isso demonstra sua filosofia, princípios e valores. O prato preferido dos novos consumidores.

Curiosidade: Apesar de não anunciar ofertas na TV, esporadicamente Chipotle produz comerciais. O primeiro deles, de 2012, traz o conceito da marca numa animação primorosa. Conquistou apenas o prêmio máximo da propaganda mundial: Grand Prix do Festival de Cannes. Deguste com um burrito.


Fontes:
Revista Exame: 22 de julho de 2015 – “O anti-McDonald’s”
The Washington Post: http://www.washingtonpost.com/news/wonkblog/wp/2015/02/02/the-chipotle-effect-why-america-is-obsessed-with-fast-casual-food/
The Wall Street Journal: http://www.wsj.com/articles/mcdonalds-faces-millennial-challenge-1408928743
Carlos Domingos, publicitário, escritor e palestrante.