A fome de saúde alimenta o mercado gastronômico

Que a população está tomando consciência do poder de uma boa alimentação, nós sabemos. Inclusive, testemunhamos no nosso dia a dia. As academias estão lotadas, os calçadões repletos de pessoas correndo e as blogueiras fitness estão tomando conta do espaço publicitário.

Segundo um levantamento do IBGE existem 17 milhões de brasileiros obesos, o que afeta a maneira de viver e diminui a expectativa de vida da nossa população. Por isso, é bom saber que a nossa geração está mudando seus hábitos de forma positiva e, consequentemente, diminuindo esse número.

Para os que culpavam fast-foods e o estilo de vida corrido pela falta de cuidado com a saúde e beleza do corpo, já não podem mais dar essa desculpa. O mercado de comida saudável cresceu 95% em apenas 5 anos e continua crescendo mesmo no período de crise atual do país. A previsão é que até 2019, esse segmento movimente R$110 milhões, ou seja, cresça mais de 50%.

Na televisão brasileira, outro fato influenciador são os programas competições culinárias que estão invadindo as emissoras. Seja ele Masterchef, Masterchef Junior, The Taste Brasil, Bela Cozinha ou Hell’s Kitchen. Acompanhado pelo movimento Gourmet, esses programas estão criando nos espectadores a vontade de cozinhar, preparar, conhecer os alimentos e a origem deles.

Atrelado a maior aparição de chefs na TV, diferente de alguns anos atrás quando eles eram famosos pelas estrelas Michelin de seus restaurantes e conhecidos apenas pelo público de alta renda, o discurso que tem se propagado é o de saber o que você come.
Seja para se adequar aos padrões de beleza, por buscar uma vida mais saudável ou pelo puro sabor, os alimentos orgânicos estão sendo mais procurados e inseridos na cozinha de vários lares e restaurantes. Inclusive, eles são base para o storytelling de grandes marcas como o mercado orgânico Whole Foods nos Estados Unidos.

Para ilustrar esse crescimento de comida saudável no setor gastronômico, aqui no Rio de Janeiro, temos restaurantes como Pomar Orgânico, Universo Orgânico, Refeitório Orgânico, Naturalie Bistrô, .Org Bistrô, Celeiro, Vegan Vegan, Bio Carioca, Verdín e Juice Co.

No segmento de Shoppings, existem restaurantes de saladas especializados, como o GoFresh e Salad Creations, além dos restaurantes Balada Mix e as opções saudáveis do Joe & Leo’s e The Fifties.
No setor de sanduíches, grandes hamburguerias incluíram em seus cardápios opções veganas como o T.T. Burger, Comuna, Hell’s Burguer, SudBurguer, Pub Escondido e muitas outras. Existe também o Hareburger, especializado apenas em hambúrgueres vegetarianos. Para quem come carne, mas prefere um sanduíche mais leve, existem franquias do Subway por todo o Rio de Janeiro.

Além disso, os supermercados mais segmentados estão investindo na sua área de alimentos e sucos orgânicos, além de biscoitos saudáveis, como a marca Biscoitos Aruba que vem crescendo no Rio. Inclusive já falamos dela aqui.

Do lado de fora, nos Estados Unidos, nomes como o da rede Chiplote e o mercado Whole Foods são conhecidos por exaltar a origem natural dos seus produtos, e ambos têm crescido com grande aceitação entre o público americano.

Preparado para ingressar em um mercado onde o saudável também é seu concorrente? Ou então, investir no mercado saudável?

Conheça Kennedy Nascimento, o melhor bartender da América Latina

Com apenas 22 anos, Kennedy foi representante do Brasil na final mundial do World Class e eleito o melhor bartender da América Latina.

Topete engomado, terno bem cortado, gravata com nó impecável, lenço no bolso e duas armações Ray Ban — uma de grau e outra escura. Nas mãos, um caderninho preto onde anota suas receitas e experiências etílicas inspiradas na coquetelaria pré-Lei Seca americana e das décadas de 30 e 40.

— São épocas de drinques complexos, bem trabalhados. Beber era uma celebração — diz Kennedy Nascimento, justificando a sua preferência pela fase. — Com o tempo, isso foi se perdendo, até que os anos 90 afundaram o bar com ingredientes artificiais.

Aos 22 anos, Kennedy é o garoto prodígio da coquetelaria nacional: ele representou o Brasil na final mundial do World Class, em agosto de 2015, na África do Sul. A competição foi a maior de todos os tempos, com 56 países participantes, sendo oito da América Latina.

— A minha pouca idade pode surpreender os jurados. Ninguém espera que alguém tão novo faça algo tão ousado — acredita Kennedy, que trabalha em bar desde os 17, sempre com coquetelaria clássica. — Não fui trabalhar por dinheiro ou caí no bar por acaso. Escolhi ser barman.

A paixão pelo ofício é evidente. Mais do que a execução de coquetéis perfeitos, o que mais chama a atenção em Kennedy é a elegância com que manipula seus instrumentos de bar, garimpados em antiquários, brechós e barraquinhas da Praça Benedito Calixto, em São Paulo. Além disso, ele não usa xaropes industrializados .

— Faço quase tudo o que uso no bar: meus próprios bitters, tinturas, suco de tomate, geleia. Só ainda não destilei nada. Ainda…

UM JOVEM SENHOR AOS 22 ANOS

Por causa da profissão, Kennedy dorme tarde, mas acorda cedo para ir à faculdade. Depois de três anos de Educação Física, agora ele cursa Marketing — e diz que tem vontade de fazer mais outras cinco.

Sobre se prefere ser chamado de mixologista, barman ou bartender, Kennedy é simples e pé no chão.

— Sempre fui e sempre vou ser um barman. Mixologista é uma terminologia usada por leigos para diferenciar o barman do dia a dia, da caipirinha, do cara que está fazendo algo diferente — diz. — A palavra barman tem quase 200 anos e agora está sendo explorada como termo de marketing. É triste, né?

Ainda que tenha crescido nos bares que o pai tinha — foram dois, e ele passava as tardes por lá depois das aulas durante a época de escola, Kennedy não é de beber muito, nem qualquer coisa — quando vai a lugares que servem chope e caipirinha, ele sempre dá um jeito de levar uma pocket bottle de uísque ou conhaque.

E o que ele faz para se divertir no tempo livre?

— Saio para jantar com os amigos, fumar um charuto. Às vezes, dá tempo para um kart no fim de semana — fala, como se essa programação fosse comum aos rapazes de sua idade. — Não vejo graça em lugares lotados ou em ir para a balada e ficar bêbado.

Fonte: O Globo

Pop-Ups: os restaurantes que somem

Os restaurantes temporários, Pop-Ups, têm ganhado força no cenário gastronômico de Londres. 

Você come um dia num restaurante, depois… Ele some! A expressão pop-up, em inglês, foi popularizada devido às janelas com anúncios que aparecem quando você entra numa página da internet. Felizmente, esse conceito vem sumindo cada vez mais nos navegadores – mas em Londres a expressão para os restaurantes veio para ficar.

Como boa parte das ideias, ela nasceu da invenção. Muitos chefs de cozinha com currículo invejado – isto é, como empregados de outros restaurantes – tinham o desejo de ter seu próprio lugar… Mas sem a grana para tanto. Considerando que Londres é uma cidade cara, acaba sendo um problemão mesmo.

Itinerário ou Temporário?

Que tal os dois? Talvez as duas palavras que melhor tragam uma definição desse tipo de lugar são justamente “itinerário” e “temporário” pelo fato de o mesmo chef acabar se aventurando em um lugar por um curto período de tempo – e depois acaba aparecendo em outro. Não pense que se trata de um mercado de peixe: são ambientes informais com comida bastante chique. Claro: se você quiser curtir a ideia, recomenda-se que já esteja habituado com o ambiente gastronômico da alta cozinha. Não é hora de experimentar pratos que você nunca viu – afinal, praticamente, não dá tempo de o crítico gastronômico falar sobre um restaurante que só vai estar aberto uma semana.

A ideia deu tão certo que acabou sendo expandida: agora não existem só aqueles chefs que alugam um lugar por alguns dias ou fazem seu restaurante praticamente ao ar livre; muitos chefs renomados também exploraram muito bem a ideia. E até mesmo algumas companhias entraram na onda.

Gordon’s Pop, Poker’s Pop

Mundialmente famoso por conta de seus realities shows gastronômicos, Gordon Ramsey também é notório por outras duas coisas: seu sarcasmo na TV e sua habilidade com os utensílios de cozinha. Ramsey é de longe um dos chefs mais ricos do mundo – mas isso não impediu que ele ficasse na zona de conforto.

Em 2010, ele fez parte do London Restaurant Festival com uma proposta bastante interessante: uma das cápsulas da London Eye (a roda gigante, literalmente, gigante à beira do Rio Tâmisa) seria transformada num restaurante comandado por ele. Além de Ramsey, outros 11 chefs renomados da cidade também participariam da empreitada – uma porcentagem dos jantares a 135 metros de altura seria doada para caridade. O preço no leilão foi às alturas tanto quanto os felizardos que conseguiram o lance vencedor: 25 mil libras (aproximadamente R$ 145 mil).

Justamente pensando nesse conceito, algumas empresas com mentalidade bastante jovial embarcaram na ideia. Uma delas foi a PokerStars, conhecido site de poker online cujos escritórios ficam na capital inglesa. A ideia foi de um restaurante no qual você pudesse pagar os pratos ao jogar poker: é a All-in Kitchen (foto abaixo).

Em outras palavras, você joga com as cartas para determinar quanto pagará por um prato. São três mãos – depois, você paga o preço do cardápio em função de quantas fichas tem na mão. E o mais legal é que mesmo que você seja um péssimo praticante do esporte das cartinhas, você pagaria 10 libras (o valor máximo, aproximadamente R$ 58) pela refeição completa. E não, não era necessário apostar dinheiro, você jogaria sem arriscar nada – se ganhar, ganhou.

Com curatela de Jones & Sons, o menu continha pratos com nomes bastante sugestivos – tal como “Royal Flush do Rei Caranguejo”, “Quadra de Cordeiro” e outros bem interessante. Mas durou pouco: apenas durante poucos dias em janeiro deste mês. Quem sabe a ideia não aparece de novo – ou em outros países?

Mas como descobrir?

Obviamente, seria bem difícil ficar refém de folhetos entregues no metrô ou em parques londrinos. Menos ainda de achar no Twitter algum novo pop-up aparecendo. Assim, naturalmente iriam aparecer sites agregadores que reunissem informações sobre novos pop-ups em Londres.

Um deles é o The Nudge, que cataloga os principais pop-ups na cidade num dado mês. Em janeiro, por exemplo, ele listou sete restaurantes com os mais variados preços e sabores. O Carousel, por exemplo, tem duração de 19 a 31 de janeiro e servirá um mix de culinária do oeste da Inglaterra com aquela proveniente do norte da Índia. Mais interessante ainda pode ser o Laos Café by Salphin – de 21 de janeiro a 28 de fevereiro, um prazo mais longo. O que provar lá? Culinária do sudeste asiático, especificamente, do pequenino e pouco conhecido país chamado Laos.

O exemplo do Laos Café resume a ideia dos pop-ups: é um restaurante de comida muito especifica: ficaria difícil investir rios de dinheiro (e estamos falando de libras aqui, afinal) em algo assim – para se ter ideia, além dele, há apenas um outro restaurante de comida típica do Laos em todo o Reino Unido. Caso você tenha ficado interessado ou curioso, os pratos vão desde aqueles com o salmão sendo base até uma salada com mamão papaia.

A ideia é ótima e quem sabe poderemos vê-la aqui no Brasil algum dia. Considerando que o preço dos imóveis nas principais regiões metropolitanas do país está nas alturas, talvez sejam alternativas interessantes para aqueles jovens chefs que queiram mostrar suas habilidades na cozinha. Ou então para aqueles mais consolidados que queiram arriscar num empreendimento sem arriscar muito – como o de culinária da Colômbia ou da Nicarágua, por exemplo. De uma forma ou de outra, é um conceito ótimo. Se for a Londres, não deixe de dar uma espiada no The Nudge e dar uma olhada em um.

Fonte: Sofisticado 

Embalagens fora da caixa

   
  A Coca-Cola lançou
embalagens de papel especiais que podem se transformar em até três modelos de
CardBoard, com apenas algumas dobraduras e encaixes. Os CardBoards  são óculos especiais
que podemos colocar os Smartphones e ter a experiência da
realidade virtual de forma fácil e com um custo muito baixo. A empresa divulgou o vídeo
que mostra a customização de seus óculos, apesar de não dar detalhes sobre o
lançamento da novidade de fato.
A função primordial da
embalagem é tornar um produto atrativo e levar o consumidor a experimentar. E como chamar atenção em meio a tanta concorrência? As marcas investem cada vez
mais em pesquisas com os consumidores finais, e muitas marcas estão investindo
em embalagens criativas deixando mais divertidas
e chamativas, seja pra virar assunto, pra evitar desperdícios, pra ser
funcional, ou com o simples motivo de ter maior visibilidade na gondola. Inspirados na criatividade da embalagem diferentona da CocaCola fizemos uma pesquisa, e montamos uma lista das mais interessantes formas de levar seus alimentos pra casa.
1 Pra começar uma embalagem que facilita sua vida, sabe aquela manteiga individual descartável,o designer
coreano Yeongkeun teve uma ideia simples mas matadora: substituiu a tampa
tradicional por uma em formato de faca:

2- Se todas as marcas juram que o seu suco é o mais fresquinho, como sair na frente? Colocando literalmente frutas na caixa, pensou o designer japonês Naoto Fukasawa.

3- Já pensou em poder tomar um café em copo comestível? Os clientes dos restaurantes KFC da Alemanha em breve poderão experimentar essa nova ideia. Depois de tomar o café, será possível comer o copinho, que é feito a partir de uma bolacha de açúcar revestida de chocolate branco resistente ao calor. 
4- Pepsi
Light Dumbbel é uma criação da AlmapBBDO, a embalagem procura criar pesos de 2kg para que as pessoas possam ter mais uma ferramenta na hora de malhar. Com essa nova garrafa halter, você pode guardá-la como souvenir ou um utilitário alternativo para musculação.
5- A fabricante Harcos Labs promete vigor e energia equivalentes a uma bolsa de
sangue nova conectada em você. A ideia, bem direta, foi a inspiração para o
energético cafeinado Blood, vendido nos Estados Unidos.

 6- O designer russo Nikita, criou uma embalagem
totalmente diferente e inusitada para uma marca de macarrão, transformando totalmente
o visual do produto e deixando-o mais divertido e chamativo.

A embalagem é suficiente para convencê-lo a mudar de marca?

Starbucks começa a vender cápsulas de Nespresso na Europa

A grande rede de café Starbucks anunciou estratégias com marcas que vendem cápsulas para máquinas caseiras, além de inovar no seu sistema de fidelidade. 

Starbucks anunciou na quarta-feira que irá vender cápsulas de expresso para máquinas caseiras de Nespresso da Nestlé na Europa e uma nova maneira para clientes conseguirem pontos de fidelidade para comida e bebidas grátis fora dos seus cafés.

Nespresso é uma das mais populares máquinas que fazem apenas um copo de café na Europa, e o acordo com a Starbucks marca o sucesso dessa máquina.

A marca também anunciou que a Keurig Green Mountain, que foi comprada por um grupo investidor conduzido pela alemã Joh. A. Benckiser Holding (JAB), vai continuar a fornecer as cápsulas para as máquinas de café Keurig. Nesse verão, a companhia vai começar a vender produtos latte para as máquinas Keurig nos EUA, onde eles dominam o mercado.

A Starbucks, que está hospedando o seu encontro anual em Seattle, também disse que iria começar a vender café gelado em garrafas nos Estados Unidos nesse verão e os produtos da marca de chá Teavana na Ásia e na Europa no outono.

A companhia, que recentemente mudou seus programa de fidelidade para que os usuários ganhem pontos resgatáveis baseados no gasto de dinheiro em vez de transações individuais, disse que irá lançar um cartão pré-pago da Visa antes do final de 2016. Esse cartão vai permitir que usuários ganhem pontos de fidelidade em compras fora da Starbucks.

Fonte: CNBC

Outback faz promoção de Páscoa de dar água na boca

A sobremesa de Brownie mais pedida da casa virou inspiração para criar o ovo da promoção de Páscoa. 

De 20 a 23 de março, o Outback surpreendeu seus fãs com um ovo de páscoa inspirado em sua sobremesa mais famosa, o Chocolate Thunder From Down Under.

Apresentado em uma embalagem sofisticada, a guloseima trouxe uma combinação de chocolate meio amargo, o já conhecido brownie da casa, ganache de chocolate branco e ganache de chocolate ao leite.

A promoção aconteceu apenas nos restaurantes dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.

Para participar, o cliente precisou pedir a sobremesa que chegava à mesa acompanhada de uma embalagem lacrada.

Dentro, o cliente encontrava a colher exclusiva da promoção, decorada com a frase “Eu amo Chocolate Thunder”, que pode ser prateada ou dourada. Caso seja a colher dourada, folhada a ouro, tem o direito de levar na hora levar o ovo para casa.

“O Choco Brownie foi cuidadosamente criado para trazer o sabor especial do nosso brownie e proporcionar aos apaixonados pela sobremesa uma experiência diferente”, afirma Renata Lamarco, gerente de marketing do Outback Brasil.

“Queremos surpreender os fãs da marca e presenteá-los, por isso, os que pedirem a sobremesa já ganharão a colher exclusiva na versão prateada e os mais sortudos vão ganhar a colher dourada e o delicioso ovo”, complementa.

A ação foi criada pela agência HSTK, sob o comando de Michael Bevilacqua e Ivete Gama.

“Temos como premissa desenvolver campanhas inovadoras para nossos clientes interagirem com o seu público de forma lúdica e memorável, cada projeto é único e inesquecível, como é o caso do Ovo do Outback”, ressalta Bevilacqua.

Fonte: Exame

Os temperos do Lollapalooza

Nos últimos dias 12 e 13, pela quinta vez no Brasil o Autódromo de Interlagos recebeu o Lollapalooza, que esse ano foi palco para mais de 50 atrações, em cinco palcos diferentes, em lugares distantes, com caminhadas que podem ser quilométricas. E para encarar essa maratona, a organização do evento apostou numa área gastronômica diversificada, nós tivemos por lá acompanhando essa experiência e contamos tudo aqui. 


O cuidado com as experiências
gastronômicas foi digno de um grande festival. Foram oferecidos alguns
serviços, de acordo com a fome, o tempo e o bolso do público. Foram posicionados por todo Autódromo de Interlagos bares e ambulantes, para os famosos lanches rápidos entre outras opções. E uma variável é que dentro do festival tem uma moeda própria, chamada mango, com  cotação que muda todo ano, em 2015 cada mango valia R$2,50, esse ano diferente do dólar, o Real deu uma favorecida  e cada mango passou a valer R$1,00.


Movimento que vem crescendo no mercado brasileiro, os foodtrucks  também estiveram espalhados pelo Autódromo de
Interlagos, no caminho entre os palcos. Tínhamos opções diferentes dos
simplórios hotdogs, tinham trucks com culinária inusitada, pratos com
influência mexicana, inglesa, japonesa e italiana. Além dos hambúrgueres
vegetarianos, waffles, sobremesas e etc. 
Eles também estavam localizados no espaço Lolla Market, que contou com
lojinhas e bancas de patrocinadores.


Aos que estavam mais
dispostos a petiscar, e mesmo estando no festival queriam era ouvir uma musica
de longe sossegado foi inaugurado esse ano a Botecaria do Lolla, com petiscos
de todos os tipos. Com alguns famosos bares
paulistanos servindo comes e bebes. Entre eles estão o Bar do Jô, o Mortadela
Brasil – do Mercadão, no centro, com seu tradicional sanduíche.
E o popular raio gourmetizador, atingiu o lollapalooza também,
com  o espaço Chef Stage, que recebeu
renomados chefs, nomes como  Carlos Bertolazzi entre outros, que serviram refeições dentro do conceito
Quick-Serve (comida de qualidade, preparada na hora, fresca e de serviço
rápido) e deixaram o público com água na boca. 
 Lá foi possível conferir também parcerias com marcas do setor, como a kibon que alem de ter ambulantes distribuídos por todo festival, tinha um stand no Chef Stage que produzia Milk Shakes de clássicos da marca como Chicabon. Observamos também novidades relacionadas a duas marcas. A Tridente lançou o sabor Fresh Limão ice, e o energético da Ambev o já conhecido Fusion energy drink veio sabor limão com hortelã. 
E ai deu aguá na boca?

(function(i,s,o,g,r,a,m){i[‘GoogleAnalyticsObject’]=r;i[r]=i[r]||function(){
(i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o),
m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m)
})(window,document,’script’,’//www.google-analytics.com/analytics.js’,’ga’);

ga(‘create’, ‘UA-74493459-1’, ‘auto’);
ga(‘send’, ‘pageview’);

Impressora 3D de… comida!

Após as impressoras 3D chamarem atenção no mundo todo por fazer qualquer objeto retirando um modelo da internet, chegou a vez das comidas. Você só precisará botar os ingredientes nos cartuchos. 

E se para o jantar imprimíssemos uma pizza? Esta ideia, que parece tirada de uma cena do filme De volta para ao Futuro, já é possível graças à startup catalã Natural Machines. Foodini, como se chama a impressora em 3D encarregada de preparar a comida, é uma das novidades apresentadas neste ano em 4 Years From Now, o espaço do Mobile Word Congress de Barcelona dedicado às startups. Cada uma destas impressoras custa 2.000 dólares (8.000 reais) e são comercializadas em grandes pedidos a mais de 300 unidades, segundo os responsáveis pela Natural Machines.

Foodini foi apresentada ao grande público como um forno microondas enorme com uma tela tátil em que o usuário vai selecionando os comandos: desde a forma em que quer que se imprima o prato, até os ingrediente que ocuparão cada uma das partes da figura que se formará. “A impressora funciona mais ou menos como uma máquina Nespresso, em que cada uma das cápsulas vamos colocando um ingrediente, até um máximo de cinco”, explica Emilio Sepúlveda, co-fundador de Natural Machines.

Uma vez que cada um dos ingredientes está em sua cápsula, o usuário tem apenas que selecionar com que forma quer que o prato seja impresso, uma das grandes vantagens de Foodini. “Se quer que, por exemplo, seja feita uma pizza com formato de copo, não há problema, só precisa baixar uma imagem de internet e o resto a máquina faz”, comenta Sepúlveda.



No caso de querer, por exemplo, umas bolachas, o usuário tem que fazer a massa com a receita que a Natural Machines oferece, mas o que acontece, por exemplo, se a mistura fica muito líquida? Sairão igual as bolachas? “Sem problema, a máquina também detecta qual é a textura da massa e, se está muito líquida, reduz a impressão para que o resultado seja perfeito”, comenta um dos técnicos que manipula Foodini. Outra das vantagens que oferece esta impressora 3D é que em seu interior tem um scanner que detecta se por exemplo introduzimos um prato para que a comida seja montada sobre ele. “Nestes casos o scanner mede as dimensões do prato, a altura e a superfície, para saber até onde pode chegar”, explica o técnico.

A impressora funciona mais ou menos como uma máquina Nespresso, em cada uma das cápsulas vamos colocando um ingrediente, até um máximo de cinco
O único problema que o modelo atual de Foodini apresenta é que ainda não é capaz de cozinhar as impressões que prepara. “Se lhe pedir agora que imprima uma pizza, ainda terá que levar ao forno para terminar a cocção, mas já estamos trabalhando em um novo protótipo que fará tudo”, explica.

Por enquanto, os principais clientes de Natural Machines são grandes empresas dos Estados Unidos e China. Segundo Sepúlveda, eles trabalham com grandes fornecedores e com hospitais: Foodini poderia ser um dos grandes avanços da comida hospitaleira para doentes que não podem engolir bem. “Esses pacientes terminam se cansando de comer sempre purês e, enfim, é preciso manter uma boa alimentação”, comenta. Graças a esta impressora 3D os pacientes podem tomar pratos mais apetitosos, mas sempre com uma textura que seja fácil de ingerir. Além disso, os técnicos da Natural Machines estão começando a estudar a introdução de medicação dentro da própria comida nestes casos.

Fonte: El País

(function(i,s,o,g,r,a,m){i[‘GoogleAnalyticsObject’]=r;i[r]=i[r]||function(){
(i[r].q=i[r].q||[]).push(arguments)},i[r].l=1*new Date();a=s.createElement(o),
m=s.getElementsByTagName(o)[0];a.async=1;a.src=g;m.parentNode.insertBefore(a,m)
})(window,document,’script’,’//www.google-analytics.com/analytics.js’,’ga’);

ga(‘create’, ‘UA-74493459-1’, ‘auto’);
ga(‘send’, ‘pageview’);