Café em São Paulo cobra pelo tempo em que você usa o espaço

A nova onda que chegou de Moscou, o anti-café, chegou em São Paulo. Não é cobrado o que se consome, mas o tempo em que a pessoa fica no local.

Em Pinheiros, São Paulo, um café chamado Lemni já está ficando conhecido por vender tempo. O espaço, que parece uma espécie de Co-working, tem mesas retangulares com muitas tomadas e um wi-fi potente. Por isso, cobram pelo tempo que a pessoa passa no local e não pelo o que ela consome.

Essa característica de cobrar pelo tempo vem do que chamam anti-café, um conceito que veio de Mouscou, na Rússia.

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Tudo lá é liberado, água, café, bolos, biscoitos, cookies e também é possível levar a própria comida para esquentar. Ao entrar, recebe uma comanda com o horário de entrada. O valor é cobrado da seguinte forma: 30 minutos custam 12 reais. Depois, para cada 15 minutos é cobrado 3 reais. Por uma hora, você paga 18 reais.

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O espaço tem dois andares, além de uma varanda charmosa. No segundo andar, abriga algumas start-ups e no terréo funciona o Lemni. A decoração é muito atual, delicada, com cores neutras nas paredes, mas com cor nos detalhes. O espaço conta com mesas grandes para trabalho e reuniões e também poltronas confortáveis.

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